segunda-feira, outubro 26, 2009
quarta-feira, outubro 21, 2009
3 Anos!!!!
3 Anos, passa muito rápido né? Lembro-me do primeiro post, um start no Blog, um parafraseamento de um texto chinês muito interessante a respeito do conceito de Musica. De lá pra cá a mudança no sentido e expressão musical foi deformada e criou uma caracteristica inovadora de apreciação da arte. Tradicional, como julgo, postei o primeiro disco dois dias depois, sendo esse o revolucionario Kraftwerk, eletronico, histórico, delimitador de rotas ..... incongruente.
Muitos discos, muita historia, vários processos de criação ... inúmeros shows ...
Nesse meio tempo defini uma profissão.
Será que vai dar certo? levo jeito pra coisa? como é minha concepção e expressão da arte?
Sei lá, só sei que estou muito feliz onde trabalho e pretendo seguir adiante, com "n" mudanças e aprendizado, mas nunca longe da musica.
3 anos .... o numero 3 implica em inúmeras interpretações, principalmente pelo lado psicanalitico (ID, EGO e SUPEREGO).
Aqui encaixaria isso? talvez (primeiro, terceiro e segundo ano respectivamente). Para alguns essa frase tem sentido para outros nem tanto ... mas que importa? Quem gosta de analisar as situações psicanaliticamente são poucos e eu, inclusive, não tenho o cunho para tal aprofundamento .... tenho que estudar muito mais.
3 porquinhos
3 mosqueteiros
3 patetas
3 lorotas ...
Para celebração desta data nada melhor que chamar, diretamente dos jardins do Éden, as próprias Cilibrinas do Éden, Rita Lee e Lucia Turnbull. Gravado em 73, o disco ficou engavetado muito tempo, pois os produtores da Phillips não gostaram do resultado e queriam guardar Rita para um disco mais pop. Foi resgatado por fãs, os quais fizeram uma reprodução limitada de 500 copias em vinil.
Um dos maiores clássicos do rock n roll nacional, quem lê este espaço sabe que ainda estou me redimindo do que disse ao subestimar Rita ....

Cilibrinas são:
Rita Lee (violão e teclados)
Lucia Turnbull (voz)
Luiz Carlini (guitarras)
Lee Marcucci (Baixo)
Emilson (Bateria)
Track list:
1 Cilibrinas do Éden
2 Festival Divino
3 Bad Trip (ainda bem)
4 Vamos voltar ao principio por que lá é o fim
5 Paixão da minha existência atribulada
6 Gente fina é outra coisa
7 Nessas alturas dos acontecimentos
8 E você ainda Duvida
9 Minha fama de Mau
10 Mamãe Natureza
11 Hoje é o primeiro dia do resto da minha vida
12 Mande um abraço para velha
A.O.
terça-feira, setembro 29, 2009
Arnaldo Antunes Ie Ie Ie 2009

Produzido por Fernando Catatau (Cidadão Instigado), o mais recente trabalho de Arnaldo Antunes vem na contra mão do processo em que vinha realizando. Depois de seu "Ao Vivo no Estudio" e "Qualquer", o play oferece uma sonoridade totalmente retrô.
Fernando veio com palpites que tornaram os arranjos mais dançantes, com pegadas rock ´n´roll bem definidas, como na propria faixa titulo. Cançoes como "Vem cá" e "A casa é sua", apresentam um experimentalismo nos timbres de guitarra, piano e um back vocal muito singular.
Estamos aqui, a frente de um trabalho ousado, seguindo as tendencias das quais bandas novas estão se reclusando. Poucas notas, simplicidade e metas definidas para toda composição concreta do trabalho.
As linhas de bateria se destacam por levadas retas, bem anos 50. "Luz acesa" e "Sim ou não" destacam esse introsamento natural entre a cozinha da banda.
Gravado por Chico Salem (violão e Guitarra), Betão Aguiar (baixo) e Marcelo Janeci (teclados), somados a Guitarra de Edgard Scandurra e Bateria de Curumim (citado aqui como a pessoa mais ativa na produção fonografica no Brasil, lançando esse ano seu disco e participando de varios outros, dentre eles Céu e Arnaldo). O engenheiro de Som e Mixagem é o requisitado Yuri Kalil, em seu proprio estudio Totem.
Vale ressaltar os parceiros de composição como Carlinhos Broen, Marisa Monte, Liminha, Paulo Moklos destre outros mais.
DOWNLOAD
MYSPACE
A.O.
segunda-feira, setembro 21, 2009
Duo
Bom, esse foi um Rancabosta que eu e meu amigo Fred fizemos semana passada no Estudio Produssom em São Paulo.
Há tempos queria voltar a tocar e, sem esse compromisso de tirar musica, cada vez fica mais prazeroso.
Vamo que Vamo,
Music alive always!!!
A.O.
Há tempos queria voltar a tocar e, sem esse compromisso de tirar musica, cada vez fica mais prazeroso.
Vamo que Vamo,
Music alive always!!!
A.O.
terça-feira, setembro 01, 2009
sexta-feira, agosto 14, 2009
Onde se Encontra nossa Liberdade de Expressão?
Jovens, estudantes, participativos e com um papel ativo na contestação dos atos politicos presentes em nosso congresso são presos pela politica do Senado.
Passaram um bocadinho no calabouço da Policia Legislativa.
Como o proprio agente disse "todos estão presos".
Seriam eles os criminosos mesmo?
por que, por mais que se prove, essa corgia não rebuncia? não respeita aqueles que os colocaram onde estão.
Dinheiro
Poder
Ansia
"keep your friend close, but your enemies closer"
A.O.
Passaram um bocadinho no calabouço da Policia Legislativa.
Como o proprio agente disse "todos estão presos".
Seriam eles os criminosos mesmo?
por que, por mais que se prove, essa corgia não rebuncia? não respeita aqueles que os colocaram onde estão.
Dinheiro
Poder
Ansia
"keep your friend close, but your enemies closer"
A.O.
quinta-feira, agosto 06, 2009
A Fumaça do Seu Cigarro tem Som

Graças a Deus o Governador de São Paulo foi totalmente coerente com a aprovação da lei que proíbe fumar em lugares fechados e públicos. Digo isso por que, obviamente, não sou fumante tabagista.
Agora, gostaria de saber se ele não poderia aplicar a lei que proíbe o uso de celulares com auto falantes em lugares públicos (não necessariamente fechados).
Hoje vindo para o trabalho, e não foi a primeira vez, um adolescente entra no ónibus, tranquilo, sossegado, na dele mesmo. Logo, senta ao lado de uma senhora, aparentemente simpática, e, sem aviso, sem questionamento e, principalmente, sem a educação que era devida, liga seu celular, significativamente com volume alto, exteriorando fezes auditivas. Um Funk, as 8 da manhã, alto, para todos ali ouvirem.
Com certeza o garoto supunha que todos tinham o mesmo desgosto musical que ele. Supunha que aquilo que saia de seus míseros falantes era uma impecável e festiva devoção musical.
A sua direita, a senhora, toda recatada, com toda educação que lhe foi dada em sua vida, virou-se andou até a porta e pediu para sair do ónibus, antes de chegar ao ponto que pretendia, obviamente. Sem argumentar, titubear, ela, com toda delicadeza, saiu do espaço publico, que lhe era de direito gratuito, e preferiu demorar a acompanhar a ignorância de certo sujeito. O rapaz continuou.
Ninguém lá reclamou, ninguém advertiu a pessoa, mesmo por que não há restrições a uso publico de celulares, mesmo sendo uso em espaço publico para adorações individuais.
Para tanto, não questiono a proibição de aparelhos como esse, ou mesmo a não difusão da arte musical, pelo contrario, trabalho com isso e dependo da divulgação. Mas aqui venho requerer o mínimo de cada cidadão dos quais residem em uma cidade com 15 milhões de habitantes, o discernimento. 

Por que colocar em alto e bom som musicas das quais você não sabe se o próprio gosta ou não?
Imagine se fosse ao contrario: O garoto lá na dele, tranquilo indo para a escolinha, subitamente aparece uma senhora e, com seu celular coloca um Waldik Soriano nas alturas, cantarolando suas modas e clássicos nas alturas. Será que ele sairia? será que responderia a uma pessoa mais velha? ou mesmo daria risada da mesma.
Mas não, é preferível que aceitemos e escutemos o que não queremos.
Se existisse um aparelho do qual medíssemos o estress nas pessoas provocadas por esse ruído estrondoso, antes e depois de uma pequena exposição, talvez teríamos um argumento consistente para tal fato. Aparelho como aquele do qual Drauzio Varella expõe na propaganda anti-tabagismo.
Necessitamos de educação, não podemos dar uma arma na Mao de uma pessoa sem ela saber utiliza-la socialmente.
Espero ainda entrar em qualquer transporte publico e encontrar uma plaquinha proibindo o uso de aparelhos de áudio sem sua devida restrição individual, alias, não estamos sozinhos nessa.
A ignorância não parte, a principio, do gosto musical, e sim como você expõe sua apreciação.
A.O.
terça-feira, agosto 04, 2009
MONOBLOCO - Via Funchal nesta Sexta

M – O – N – O – B – L - O – C – O, que beleza, uh, Monobloco! Quem já foi ao show conhece o grito de guerra, entoado por milhares de pessoas a cada apresentação do grupo. Consagrado por incorporar diversos ritmos e estilos musicais à batida do samba, o Monobloco é a cara do Rio de Janeiro. E agora, além de dar o tom do carnaval carioca, leva sua batucada inovadora pelo mundo afora. Só no ano passado, o Monobloco fez shows e ministrou oficinas de percussão na Irlanda, Inglaterra e Dinamarca. Em 2008, já participou dos dois principais festivais de música da Oceania: o Sydney Festival, na Austrália, e o Jambalaya Festival, em Rotorua, na Nova Zelândia.
Idealizado em 2000 pelos integrantes da banda Pedro Luís e A Parede – Celso Alvim, Mário Moura, Sidon Silva, C.A. Ferrari e Pedro Luís –, o Monobloco hoje está entre os grupos brasileiros que contabilizam mais apresentações durante o ano todo. Em 2007, os cinco Plaps (como são conhecidos) e os músicos que formam o grupo fizeram mais de 90 shows, uma média de quase oito shows por mês.
Na voz dos cantores Pedro Luís, Fábio Allman, Renato Biguli e Alexandre Momo, o repertório eclético vai das marchinhas tradicionais de João Roberto Kelly ao samba de Cartola e Clara Nunes, passando pelo xote de Alceu Valença, o forró de Luiz Gonzaga, o funk de MC Leonardo, além das canções de Paralamas do Sucesso, Raul Seixas, Tim Maia e outros grandes nomes da MPB. Uma ode à música nacional com o genuíno batuque do samba.
A mistura inusitada também está presente na bateria. Aos tradicionais instrumentos de escola de samba_ como cavaco, repique, tamborim, chocalho, surdo e agogô _, foram incorporados recentemente à batucada um baixo e uma guitarra. “Isso é o que o Monobloco tem de melhor”, diz Pedro Luís. “Um repertório de baile, com variadas vertentes da música brasileira, tratado de um jeito muito peculiar e valorizando o instrumental das escolas de samba.” O maestro Celso Alvim faz coro: “A variedade de estilos musicais e de repertório, tocados por uma bateria de samba, causa surpresa grande no público.”
No desfile pela orla de Copacabana, que tradicionalmente encerra o carnaval carioca, o Monobloco conta com uma bateria com cerca de 150 integrantes, formados pelas oficinas de percussão ministradas ao longo do ano. E, para viajar, eles criaram um formato reduzido batizado de Monobloco Show. Além dos cinco Plaps, integram o grupo outros 15 ritmistas, todos músicos profissionais da cena carioca.
http://www.monobloco.com.br/ ou http://www.monobloco.org/
Idealizado em 2000 pelos integrantes da banda Pedro Luís e A Parede – Celso Alvim, Mário Moura, Sidon Silva, C.A. Ferrari e Pedro Luís –, o Monobloco hoje está entre os grupos brasileiros que contabilizam mais apresentações durante o ano todo. Em 2007, os cinco Plaps (como são conhecidos) e os músicos que formam o grupo fizeram mais de 90 shows, uma média de quase oito shows por mês.
Na voz dos cantores Pedro Luís, Fábio Allman, Renato Biguli e Alexandre Momo, o repertório eclético vai das marchinhas tradicionais de João Roberto Kelly ao samba de Cartola e Clara Nunes, passando pelo xote de Alceu Valença, o forró de Luiz Gonzaga, o funk de MC Leonardo, além das canções de Paralamas do Sucesso, Raul Seixas, Tim Maia e outros grandes nomes da MPB. Uma ode à música nacional com o genuíno batuque do samba.
A mistura inusitada também está presente na bateria. Aos tradicionais instrumentos de escola de samba_ como cavaco, repique, tamborim, chocalho, surdo e agogô _, foram incorporados recentemente à batucada um baixo e uma guitarra. “Isso é o que o Monobloco tem de melhor”, diz Pedro Luís. “Um repertório de baile, com variadas vertentes da música brasileira, tratado de um jeito muito peculiar e valorizando o instrumental das escolas de samba.” O maestro Celso Alvim faz coro: “A variedade de estilos musicais e de repertório, tocados por uma bateria de samba, causa surpresa grande no público.”
No desfile pela orla de Copacabana, que tradicionalmente encerra o carnaval carioca, o Monobloco conta com uma bateria com cerca de 150 integrantes, formados pelas oficinas de percussão ministradas ao longo do ano. E, para viajar, eles criaram um formato reduzido batizado de Monobloco Show. Além dos cinco Plaps, integram o grupo outros 15 ritmistas, todos músicos profissionais da cena carioca.
http://www.monobloco.com.br/ ou http://www.monobloco.org/
Reliese - Cristina Rio Branco
A.O.
quarta-feira, julho 15, 2009
Mistah George!!
segunda-feira, julho 06, 2009
sexta-feira, julho 03, 2009
LOKI - Arnaldo Baptista
Fim de semana passado fui ao cinema, habito que não cultivava há algum tempo, assistir um documentario a respeito do maior musico brasileiro de nossa época (não sei se da nossa né por que sou de 81). LOKI - Arnaldo Baptista.Na minha concepção Arnaldo Baptista supera, em todos os quesitos, qualquer musico brasileiro de 1960 pra cá, por que não dizer do mundo? Inteligente, sarcástico, gozador, influente ..... mutante. O artista está em um patamar que poucos estão e, pelo que se percebe, ninguem em sua época, conseguiu compreender essa astração. Como ele mesmo diz "Gostaria de viver em uma época em que eu falasse X e eles entendessem X e nao Y".
O longa é o primeiro que sai pelo Canal Brasil, feito propriamente para execução televisiva, o documentário se superou e tornou-se um longa exibido e premiado tanto na Europa quanto na terra do Tio Sam.Começa com o proprio andando em sua casa no sitio em Juiz de Fora, MG, dentre os numerosos comodos, um atelier, onde exterioriza todas suas emoções através da pintura a óleo. Um lápis traça os primeiros riscos de um desenho a ser completado durante todo o documentário.
Contando com as mais variadas participações e imagens da época, o conteúdo se fortifica a medida que os relatos a respeito de toda turbulência de vida é apresentado.Quando criança, sua relação com o pai e, principalmente com a mãe, execelente instrumentista classica, assim como dos irmãos Sérgio e Cláudio, o inicio da vida musical, a presença de Rita Lee, o inicio dos mutantes, as relações com as drogas, os conflitos, o disturbio, a tentativa de suicídio e o recomeço de vida. Tudo relatado de forma coerente e testemunhal.
Nele Sérgio fala a respeito do irmão como sendo um mentor, um parceiro descomunal, engraçado e cúmplice. Dinho relata suas experiências com Arnaldo como se fosse o homem que revolucionou a sua vida, assim como a musica Brasileira. Paulinho Petcov comenta a respeito das primeiras viagens de LSD, ressaltando que não iniciou ninguém a esse mundo, "todos eram maiores de idade e fizeram o que achavam que era certo". Rogério Duprat o coloca como responsável por tudo que aconteceu na musica brasileira após a passagem de Arnaldo pelo showbiz. Tom Zé explica a troca de papeis sociais, onde os universitários nao ensinaram nada a Arnaldo e sim foram lecionados por ele, o qual não tinha graduação. Liminha relata frustradamente o final da banda, o progressivo e o tormento devido ao uso lúdico do LSD. Gilberto Gil falando de sua surpresa ao ser apresentado a eles pelo maestro Rogério e a fascinação pela musicalidade dos 3. Kurt Cobain mostrando os álbuns dos Mutantes, ressalvando a genialidade do compositor e a sua necessidade em conversar com ele em sua passagem pelo Brasil. Sean Lennon, tendo um papel fundamental convidando-o para uma participação em seu show, colocando no palco Arnaldo depois de anos. E Lucinha Araújo, a qual tirou ele do sofrimento solitário e trouxe a vida novamente através da insistência. Lobão, João (pato fu) e Zélia Duncan tem suas participações importantes como produtores e participantes dessa nova era Mutante.
E Rita?
É colocada como uma figura externa, responsável pela maioria dos acontecimentos. Ela se faz permanente por todo filme, como participante e influente pela parte artística e emocional. Tida como um Fantasma, formado pelo amor e a incompreensão. Desmentida quando diz que saiu da banda sendo expulsa, confirmada quando o assunto é a paixão. Nenhuma palavra dela se faz por necessário.Arnaldo explica os acontecimentos depressivos, como a internação por 5 vezes e a vontade de se sentir livre, fazendo com que cometesse a tentativa de suicídio. Discorre a respeito de seus projetos posteriores Solo e com a Patrulha do Espaço. Assim como a felicidade em voltar aos palcos, como na apresentação histórica no museu do Ipiranga, na comemoração do aniversário de São Paulo.
Por fim o desenho acaba, deixando algumas perguntas no ar, mas também consolidando-o e não deixando duvidas da importância de Arnaldo Baptista para a musica contemporânea mundial
GOD BLESS ARNALDO BAPTISTA
A.O.
quarta-feira, julho 01, 2009
Divulgação
CARLINHOS ANTUNES E ORQUESTRA MUNDANA
LANÇAMENTO NACIONAL DO DVD
Teatro do SESC Pompéia dia 03 de julho às 21hs
LANÇAMENTO NACIONAL DO DVD
Teatro do SESC Pompéia dia 03 de julho às 21hs
03/07- sexta - às 21h
SESC Pompéia-teatro
R. Clélia, 93-fone: 3871-7700
Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana
Lançamento do DVD - gravado no Auditório Ibirapuera
Músicos
Carlinhos Antunes,
Rui Barossi, Beto Angerosa, Simone Soul, Luis Cabrera,
Laura Sokolowicz, Gabriel Levy, Thomas Rohrer e Danilo Penteado
Participações especiais:
Ursula Correa e Deborah Nefussi - baile flamenco
KANCHAN MARADAN - kathak indiano
Nosso único patrocinador é você, apareça e divulgue.
SESC Pompéia-teatro
R. Clélia, 93-fone: 3871-7700
Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana
Lançamento do DVD - gravado no Auditório Ibirapuera
Músicos
Carlinhos Antunes,
Rui Barossi, Beto Angerosa, Simone Soul, Luis Cabrera,
Laura Sokolowicz, Gabriel Levy, Thomas Rohrer e Danilo Penteado
Participações especiais:
Ursula Correa e Deborah Nefussi - baile flamenco
KANCHAN MARADAN - kathak indiano
Nosso único patrocinador é você, apareça e divulgue.
A.O.
terça-feira, junho 30, 2009
mão de oito, dia 2 de julho no Studio SP! Presenças ilustres de Marcela Bellas, Emicida e Kamau!
Influenciado por nomes como Tim Maia, Roberto Carlos, Chico Science, Stevie Wonder e Bob Marley, o sexteto mão de oito mostra as músicas de "Vim EP", além de novidades que estarão no próximo trabalho. A apresentação conta também com a presença da cantora Marcela Bellas e dos MC´s Kamau e Emicida.Um dos diferenciais do grupo formado por Cohen (guitarras, violão e voz), Bicudo (Rhodes, Moog e voz), Toca Mamberti (guitarras), Rafa Rodrigues (baterias), Edu Aun (baixo) e Careca (percussão e voz) é a forma como equacionam arranjos elaborados e poesia nas letras, sem perder a vocação dançante das melodias inspiradas principalmente por ritmos como soul, funk e reggae.
Estão todos convidados!
Mais informações sobre as atrações:
www.myspace.com/marcelabellas
www.myspace.com/emicida
http://www.myspace.com/kamau76kamau76
Música e outras informações: www.myspace.com/maodeoito
Fotos: http://www.flickr.com/maodeoito
Twitter: http://twitter.com/maodeoito
Clipe de "Vim": http://www.youtube.com/watch?v=nbEk1AR9PJg
SERVIÇO
mão de oito no Studio SP
DJ residente: Valter Nú
Data: 2 de Julho – quinta feira
Local: Studio SP - Rua Augusta, 591
Abertura da casa: 23h
Horário: 0h
Preços: R$ 15,00 (com nome na lista e até 1h do dia 3/7) e R$ 25,00
Lista: studiosp@studiosp.org
Credenciamento e informações para imprensa
Renata Lima – renatalima01@uol.com.br – 11 7881 6776
www.myspace.com/marcelabellas
www.myspace.com/emicida
http://www.myspace.com/kamau76kamau76
Música e outras informações: www.myspace.com/maodeoito
Fotos: http://www.flickr.com/maodeoito
Twitter: http://twitter.com/maodeoito
Clipe de "Vim": http://www.youtube.com/watch?v=nbEk1AR9PJg
SERVIÇO
mão de oito no Studio SP
DJ residente: Valter Nú
Data: 2 de Julho – quinta feira
Local: Studio SP - Rua Augusta, 591
Abertura da casa: 23h
Horário: 0h
Preços: R$ 15,00 (com nome na lista e até 1h do dia 3/7) e R$ 25,00
Lista: studiosp@studiosp.org
Credenciamento e informações para imprensa
Renata Lima – renatalima01@uol.com.br – 11 7881 6776
De tom zé para Michael Jackson
Leia "Amado Michael", poesia de Tom Zé em homenagem a Michael Jackson
AMADO MICHAEL(Tom Zé)
Negro da luz que desbota branco
Tanto talento tormento tanto
Tanta afronta de pouca monta.
Eia! virtudes em farta ceia
Todo encanto que pode o canto
Toda fiança que adoça a dança.
Que deus nos furta vida tão curta?
Mundo lamenta: ele mal cinquenta!
A ninguém ilude essa bruxa rude.
Paroxismo desse Narciso
Que achou desgosto no próprio rosto
E apedrejou-se com faca e foice.
Avança a rua (uma dor que dança)
E em seus telhados mandibulados
Requebra os hinos do dançarino.
Niños, rapazes, se sentem azes
Herdeiros todos e seus parceiros
Revelam parque, porto e favela.
II
Da Grécia três te trouxeram
GraçasArcas repletas de belas artes
Arcas que deram ciúme às Parcas.
Que luz trarias tu, mitologia,
Para um tal desatino de destino
Que o espandongado toma por fado?
Porque o povo grego disse que
Se a hybris o herói consigo quis,
Se condiz ao lado dela ser feliz
Ele mesmo será pão e maldição
Enquanto gera para os olhos de Megera.
sexta-feira, junho 26, 2009
O dinheiro de Caetano Veloso
GILBERTO DIMENSTEIN
Se Caetano quiser ter apoio da Lei Rouanet, que apresente um plano de shows públicos ou de aulas a estudantes de música
Se Caetano quiser ter apoio da Lei Rouanet, que apresente um plano de shows públicos ou de aulas a estudantes de música
Passa assistir neste final de semana ao show "Zii e Zie", de Caetano Veloso, paguei R$ 290 por dois ingressos -as duas horas de espetáculo terão custado mais da metade um salário mínimo ganho por muitos trabalhadores depois de um mês de trabalho. Apesar de as cadeiras, espremidas em torno de uma mesa, ficarem longe do palco e não apreciar gente bebendo ou comendo enquanto ouço música, não reclamo: o show vale o preço. Até me dispus a pagar um pouco mais se encontrasse um lugar melhor. Não tinha.O que me incomodou foi saber que Caetano Veloso tem a chance de receber dinheiro da Lei Rouanet (R$ 2 milhões) para a turnê nacional desse espetáculo, com a interferência direta do ministro da Cultura, Juca Ferreira. Aparentemente, não há nenhuma ilegalidade no patrocínio -aliás, concedido, mais uma vez com a intervenção do ministro, a Maria Bethânia.Nem Caetano nem Maria Bethânia estão fazendo nada de errado; estão seguindo o que a lei permite. Mas esse tipo de fato acaba estimulando o debate, cada vez mais efervescente, sobre a lei de incentivos fiscais para a cultura.
É óbvio que Caetano e Maria Bethânia não precisam de dinheiro público para fazer seus shows -assim como também não fez sentido, por exemplo, a verba incentivada para o Cirque de Soleil, cujo ingresso pode chegar até a R$ 490 e a pipoca (e aqui não vai nenhum exagero) custa mais do que o "PF" de um operário.Supostamente, a reforma da lei de incentivo à cultura veio para corrigir essas e outras distorções e desperdícios. Isso não significa que se deva confiar na capacidade gerencial das burocracias públicas.Se todo o dinheiro arrecadado até agora com o incentivo fiscal se transformasse em imposto e ficasse nas mãos só do governo, acabaria, em boa parte, sustentando salários de funcionários -isso se não ficasse preso por alguma restrição orçamentária ou fosse desviado para protegidos políticos. Desapareceram os bilhões de um fundo (Fust) para informatizar as escolas.Se, na cidade de São Paulo, ir a museus virou programa de pobre, como mostra pesquisa do Datafolha, é por causa da lei de incentivos fiscais. Não haveria, por exemplo, um Museu da Língua Portuguesa -nem concertos de música erudita a preço popular.
A melhor contrapartida a esse do benefício fiscal é quando ele se converte em educação pública. É sabido que estímulos culturais como a dança, a música, o teatro, as artes plásticas e o cinema são uma extraordinária isca para o aprendizado -e uma alavanca para desenvolver na criança e no jovem a capacidade de interpretar a realidade. Não deveria, aliás, existir nenhuma separação entre educação e cultura. Não existe pessoa educada sem repertório cultural -e não existe repertório cultural sem educação.Por isso, foi um avanço o acerto entre o governo federal e representantes de empresários para maior aproximação entre as escolas públicas e o chamado "Sistema S", como Sesi ou Sesc. Se está sendo implementado, é algo a ser observado -a minha impressão é de que, por enquanto, a ideia está mais no papel.
Na semana passada, relatório do Unicef mostrou, mais uma vez, a debandada de jovens do ensino médio. Se as escolas tivessem mais conexões culturais, seria menos difícil conter essa evasão.Os incentivos seriam muito bem usados se a contrapartida se traduzisse não apenas em ingressos gratuitos mas também em programas para o envolvimento das escolas, com direito à formação de professor. Se o Caetano Veloso e todas as celebridades artísticas quiserem cobrar até R$ 500 por uma cadeira num de seus shows, sem problema.Mas se quiser ter apoio da Lei Rouanet, ele que apresente um plano de shows públicos ou aulas-espetáculo para estudantes de música. As escolas poderiam transformar esses espetáculos em momentos inesquecíveis na vida dos jovens -e fontes de aprendizado.
Um pouco desse espírito transgressor aprendi a apreciar ouvindo Caetano Veloso. Pelo menos quando ele e tantos baianos se mostravam novos e caminhavam contra o vento sem lenço e sem documento.
PS - Por falar em educação e cultura, estou lendo um livro delicioso, intitulado "O Clube do Filme". David Gilmour, crítico de cinema canadense, tem um filho (Jesse) que não queria ir para a escola, onde não aprendia nada e não lia nenhum livro. Relutante, concordou que o garoto não precisaria mais estudar e poderia acordar quando quisesse, mas com uma condição: deveria ver e debater com ele todos os dias pelo menos um filme. As obras permitiram que Jesse não apenas sofisticasse sua visão do mundo mas também se interessasse em aprender. Perguntei a Gilmour, na semana passada, como estava seu filho: "Está feliz.Voltou a estudar e, além de chef de cozinha, escreve roteiros para cinema". Pela repercussão do livro em várias países, Gilmour percebeu que a dificuldade de alunos brilhantes com suas escolas é um problema mundial. Coloquei em meu site(www.dimenstein.com.br) trechos do livro. É o melhor livro para introdução ao cinema que já li -e um notável plano de aula sobre como se usa a arte para enriquecer o aprendizado.
Por Gilberto Domenstein
A.O.
quarta-feira, junho 24, 2009
Paralamas fazem sua melhor turnê em anos
Pegue músicos talentosos, experientes e com muita vontade de tocar, some a um vasto repertório de qualidade e, pronto, tem-se o atual show dos Paralamas do Sucesso -um espetáculo, na melhor acepção da palavra. Montada para divulgar o último disco da banda, "Brasil Afora" (lançado em fevereiro), a turnê, que passou por São Paulo no último fim de semana e segue para o Rio na sexta, é a melhor do trio nos últimos anos, em parte graças ao álbum que lhe serve de base. As cinco canções de "Brasil Afora" que aparecem entre as 27 do set list são as melhores que o (bom) disco tem -"Sem Mais Adeus", "Meu Sonho", "A Lhe Esperar", "Mormaço" e "Quanto ao Tempo". Com sonoridades variadas, elas se mesclam com perfeição ao resto do repertório de clássicos dos Paralamas, que passa por rock, reggae, ska, baladas, música nordestina e latina. Bem estruturado, o show já começa em ritmo acelerado, com uma sequência que inclui "Dos Margaritas", "Pólvora", "O Beco" e "Ela Disse Adeus". Há espaço para as indefectíveis baladas ("Cuide Bem do seu Amor", "Romance Ideal") e para uma sessão semiacústica (com o belo resgate de "O Rio Severino", mais "Caleidoscópio" e "Uns Dias"), além de duas covers ("O Vencedor", do Los Hermanos, e "Sonífera Ilha", dos Titãs). Mas, é claro, nada disso funcionaria se a banda não estivesse afiadíssima, como está. Barone e Bi Ribeiro são dois monstros em seus instrumentos (bateria e baixo) e Herbert Vianna, mesmo com os anos e com o acidente, não perdeu nada de sua gana por tocar guitarra, solando de modo notável. A afinidade entre eles e seus músicos de apoio -João Fera (teclados e violão), Bidu Cordeiro (trombone) e Monteiro Jr. (sax)- faz com que as canções se encaixem em sincronia perfeita e dá espaço para todos. Amarrando toda essa parte musical estão os ótimos cenários de Zé Carratu -recortes brilhantes, coloridos, animados como o show- e luz profissional de Marcos Olívio. Em suma, um dos shows do ano, que merece ser visto.
POR
MARCO AURÉLIO CANÔNICO
EDITOR DO FOLHATEEN
A.O.
sexta-feira, junho 19, 2009
segunda-feira, junho 15, 2009
Universal vai Liberar
A operadora de TV à cabo Virgin Media vai lançar um serviço de assinatura de download ilimitado de músicas através de uma parceria com a maior gravadora musical do mundo, a Universal. O serviço, que as duas empresas descrevem como o primeiro do mundo, permitirá que qualquer cliente de banda larga da Virgin Media tanto ouça quanto faça download de quantas faixas de música e álbuns quiser do catálogo da Universal, pagando um valor fixo.
A música estará no formato MP3, o que significa que pode ser tocada na maioria dos aparelhos de música, incluindo iPod e telefones celulares. O serviço será lançado no fim deste ano.
A Virgin disse que como parte de sua cooperação com a indústria da música, isto também poderá ajudar a evitar a pirataria em sua rede, e poderá, como um último recurso para transgressores persistentes, suspender o acesso à Internet. No entanto, a Virgin disse que nenhum cliente será permanentemente desconectado.
A Virgin disse que como parte de sua cooperação com a indústria da música, isto também poderá ajudar a evitar a pirataria em sua rede, e poderá, como um último recurso para transgressores persistentes, suspender o acesso à Internet. No entanto, a Virgin disse que nenhum cliente será permanentemente desconectado.
A indústria da música tem estado desesperada para aumentar as vendas digitais nos últimos anos para superar o impacto da pirataria e tem lentamente oferecido novos serviços online.
Analistas dizem que a indústria não fará uma completa ruptura até que ela ofereça serviço de assinatura ilimitado, em que o preço esteja em um pacote dentro de outras taxas mensais, como a banda larga, então os clientes esquecerão que estão pagando pela música.
A Vivendi, da Universal Music Group, também concordou com um serviço de assinatura online com a maior empresa de televisão por assinatura da Grã-Bretanha, BSkyB, com um aumento no preço dos serviços.
O serviço da Virgin oferecerá uma "taxa de ingresso" mais barata para clientes que baixam músicas regularmente mas que não querem um serviço ilimitado, e também para aqueles que querem um serviço ilimitado.
A Virgin disse que também está em diálogo com outras gravadores principais e independentes do Reino Unido e editores para oferecer um catálogo completo, assim que o serviço for lançado.
"Nós vemos isto como um completo primeiro passo", disse a jornalistas o presidente e chefe-executivo da Universal Music, Lucian Grainge. "Nós temos ouvido nossos clientes, nossos fãs e nossos artistas, e pensamos que esta é uma oportunidade para trazer a música para um público amplo.
Analistas dizem que a indústria não fará uma completa ruptura até que ela ofereça serviço de assinatura ilimitado, em que o preço esteja em um pacote dentro de outras taxas mensais, como a banda larga, então os clientes esquecerão que estão pagando pela música.
A Vivendi, da Universal Music Group, também concordou com um serviço de assinatura online com a maior empresa de televisão por assinatura da Grã-Bretanha, BSkyB, com um aumento no preço dos serviços.
O serviço da Virgin oferecerá uma "taxa de ingresso" mais barata para clientes que baixam músicas regularmente mas que não querem um serviço ilimitado, e também para aqueles que querem um serviço ilimitado.
A Virgin disse que também está em diálogo com outras gravadores principais e independentes do Reino Unido e editores para oferecer um catálogo completo, assim que o serviço for lançado.
"Nós vemos isto como um completo primeiro passo", disse a jornalistas o presidente e chefe-executivo da Universal Music, Lucian Grainge. "Nós temos ouvido nossos clientes, nossos fãs e nossos artistas, e pensamos que esta é uma oportunidade para trazer a música para um público amplo.
IG Noticias
A.O.
terça-feira, junho 02, 2009
Ta Apertando
Pois é, empresas fonograficas estão realmente apertando o cerco contra os sites que permitem o Download de musicas, filmes e afins gratuitamente.
Responsaveis por sites chegam a pagar importancias mais absurdas de 3 milhoes de Dolares. Certeza que nao foi esse montante o bruto de prejuizo, por obra.
Será que chegaremos em algum lugar?
A.O.
Responsaveis por sites chegam a pagar importancias mais absurdas de 3 milhoes de Dolares. Certeza que nao foi esse montante o bruto de prejuizo, por obra.
Será que chegaremos em algum lugar?
A.O.
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