terça-feira, outubro 04, 2011

Declarações e Frustrações.


Outra vez vi o show do Red Hot Chilli Peppers na TV. Foi o show do Rock in Rio e, confesso, foi totalmente o oposto que eu havia imaginado. Em 2001 foi uma apresentação seca, sem volume, com nenhuma interação, e pior, menos de uma hora de show. Esse não, foi um tempo considerável, com clássicos e muitas, quase todas, as musicas do novo disco, que diga-se de passagem, o melhor lançamento do ano.
Mas venho aqui não para falar do show e sim de uma pequena parte que me fez relembrar alguns acontecimentos. Antes de tocarem um cover do Steve Wonder, Flea fez um solo de baixo com uma timbragem extraordinaria, uma técnica digna de Funkie Bass, alias o RHCP é a ultima banda que faz essa mescla muito bem feita, é a banda que me da orgulho em dizer que é de minha geração, assim como Nirvana.
Bom, o fato é, há um tempo atrás, se não me engano um ano, Leo Madeira e Marina Person fizeram um programa Top Dez onde criticavam os solos durante os shows. Fizeram um texto em cima do EGO dos músicos, dos quais os solos serviriam apenas para aparecerem e para mostrar o TANTO que eles sabem e dominam seus respectivos instrumentos.
Não bastando tamanha ignorância em rede nacional, terminaram o programa dizendo que o Solo de bateria era o mais insuportável, que solos de guitarra, sax e baixo tudo bem, mas bateria??? era o pior de todos e impossível de se escutar. Decepções a parte, finalizaram o programa com o solo de John Boham em "Moby Dick".
O que pensar da juventude que assiste esse canal? como estimular bons comportamentos criativos "bullinando" a própria criação individual? A partir do momento em que você tem um espaço importantíssimo no campo da comunicação, poderia ser pensado uma maneira de se estimular a criação, onde as crianças poderiam escutar seu argumento e serem aguçadas a conquistarem novos meios de criação. Ali, o que menos importa é a musicalidade.
Hoje nos deparamos com composições totalmente pobres harmonicamente, com DJs que sequer escutam as musicas antes de executadas em locais públicos e, sem comparações, não tem a curiosidade de procurar sons novos, pelo contrario, escutam nas rádios, baixam mp3, executando em seus CDJs de ultima geração.
Fico mais indignado é com a naturalidade que eles falam isso na TV. Quando criança eu esperava os solos para vibrar na musica, conhecia o bom e o mal instrumentista escutando seus solos (se isso é certo ou errado é outra historia), aprendia a escutar solos. assistia Furia Metal, Classicos MTV e Lado B.
Da-se ai a nova geração de músicos que podemos nos deparar daqui alguns anos, influenciados não por Sérgio Dias, Eric Clapton, Steve Harris, Ian Anderson, Egberto Gismonti, mas sim por Leos Madeiras, Marinas Persons, Didis, Beto Lees (que esta longe de ficar bom apesar do gene).
saudade de Fabio Massari e Gastão!
A.S.C.O.

quinta-feira, abril 14, 2011

Flavião e o Retrofuturismo e Lavoura fazem lançamento juntos no Centro Cultural Rio Verde



No dia 21 de abril de 2011, véspera do feriado da Páscoa, dois nomes da nova cena paulistana independente lançam seus novos álbuns, no Centro Cultural Rio Verde, na Vila Madalena, em São Paulo. Flávião e o Retrofuturismo apresenta "Trans" e Lavoura mostra "Nu Steps", dois álbuns que tiveram processo de composição sob o mesmo teto, o atelier La Tintota, na Barra Funda.


Flávio Lima, conhecido também como Flavião, integra o atelier de arte La Tintota ao lado do venezuelano Carlos Pedreañez e do argentino Leonardo Ceolin. No espaço da rua Camarajibe, com duas portas de ferro na entrada com pé direito alto, que mais parece uma oficina, os integrantes fazem gravuras, esculturas, compõe músicas e criam cenários para teatro, como o realizado no fim de 2010 para ópera “Rigoletto” no Theatro São Pedro, e também promovem intercâmbios com outros artistas.


Foi nesse cenário que as duas bandas, no início de 2010 resolveram juntar seus instrumentos, amplificadores, computadores e parafernálias eletrônicas para realizar uma imersão sonora, com a intenção de que essa experiência fosse a base para a composição de seus novos discos, e foi o que ocorreu. No final desse mesmo ano os grupos reuniram todo material criado e entraram em estúdio para gravar.


“Trans”, álbum de Flavião, que captura este espírito colaborativo e com sonoridades múltiplas, foi gravado e finalizado em Belo Horizonte por Leo Moraes, produtor do estúdio Patomultimidia, que colabora também com o produtor carioca Kassin.


Já "Nu Steps", do Lavoura, foi gravado e finalizado por Pipo Pigoraro, produtor paulistano que está envolvido em produções com diversos artistas da cena paulistana como Bruno Morais, Cris Scabello, Maurício Fleury, entre outros.


Ouvindo os dois discos, o mais interessante é perceber que as bandas, mesmo sendo de diferentes vertentes - uma é art rock brusuca, a outra nu jazz - apresentam referências estéticas comuns, e linguagens que se influenciam, relação mútua que vai muito além do fato das bandas terem integrantes em comum.


A noite ainda conta com a discotecagem de Tatá Aeroplano, e com as participações especiais de Marcelo Monteiro (sax e flauta) e Gil Duarte (trombone e flauta).


Ouça as bandas em:


http://www.myspace.com/retrofuturistas


http://www.myspace.com/lavoura


Conheça o atelier La Tintota:


http://www.latintota.net/



RELEASE LAVOURA


Desde sua gênese, o Lavoura dedica-se à busca por novas formas de expressar sintaxes musicais herdadas da história e da evolução e por enunciá-las com poder de conduzir seus ouvintes/participantes em direção a níveis mais profundos. Em “Nu Steps”, o quarteto partiu de jams sessions e criações coletivas para avançar em organicidade e levar suas pesquisas de hibridismo entre cultura eletrônica, jazz e música brasileira a um patamar em que nada se sobressai.


Gravado, produzido e mixado por Pipo Pegoraro no Estúdio Q, na Lapa, o trabalho traz referências de jazz modal, broken beats, dubstep, blaxplotation e do rock psicodélico. A atuação de Pipo, promissor artista solo e figura chave no movimento paulistano de música livre, foi primordial para conferir a atmosfera cinemática e a alta temperatura das faixas que compõe o trabalho.


O disco traz também a participação especial do multiinstrumentista Marcelo Monteiro, que toca sax barítono em “Highlights” e flauta em “Obliquities”.


Talvez como forma de contraponto a “Kosmophonia”, trabalho anterior, em que o conceito vinha da ficção científica e do espaço, neste álbum o grupo se inspirou em sons e imagens terrestres, de gente, cidades, máquinas, animais e meios de transportes como forma de traçar, segundo o tecladista Fernando TRZ, “psicogeografias sonoras, territórios fundidos, matas de concreto, campos de guerra e de flores”.


“Nu Steps”, quarto álbum do grupo, é fruto de “meditação sonora coletiva, imersão na arte, influências estéticas de outras linguagens como o cinema, artes plásticas, literatura, arquitetura e design”, segundo o músico e compositor.


Criado em Bauru, em 2003, o Lavoura está radicado em São Paulo desde 2005, quando assumiu a atual formação, com Caleb Mascarenhas (programações, sintetizadores), Paulo Pires (bateria, programações), Fernando TRZ (teclados, sintetizadores, programações) e Fabiano Alcântara (baixo).



RELEASE FLAVIÃO E O RETROFUTURISMO


A música do Retrofuturismo é usualmente criada no ateliê La Tintota, uma pequena garagem no coração da Barra Funda, bairro que vem se tornando o epicentro para novos artistas de São Paulo. E é estranho perceber que, com o pop, música e arte estão dissociadas de modo que é preciso de bandas dispostas a junta-las novamente. “Talvez seja um encontro de pessoas que fazem músicas livres, aproximadas pelo afeto e a criação”, conjectura Flavião.


Mineiro, de Conceição do Mato dentro, ele se une aos retrofuturistas Daniel Todeschi (The Surfmotherfukers), Caleb (Lavoura, DJ Frustrado), TRZ (Lavoura, Cérebro Eletrônico, Gil Duarte e Sistema Asimov de Som), Paulo Lima (Lavoura e Mercado de Peixe). Juntos fazem art-rock brasileiro com referências múltiplas como música eletrônica (drum and bass, house, electro, IDM), folk rock, pós-punk, entre outras.


Em seu segundo álbum, gravado pelo produtor mineiro Léo Moraes, do Studio Pato Multimídia, Flavião apresenta músicas como “Sol de Dentro”, “Verão” e “São Paulo Capital”, onde percebe-se que a sonoridade do grupo está mais “brasuca”. “Estas músicas inauguram uma nova fase do meu trabalho, que é a criação conjunta, no formato de banda, o que eu não tinha antes”, revela.


Em seu show, a banda revisita músicas do álbum anterior, quando Flavião se uniu ao parceiro Isidoro Cobra (Jumbo Elektro, Cérebro Eletrônico). Conta também com cenário criado pelos artistas Leonardo Ceolin e Carlos Pedreanez, com os quais Flavião divide o La Tintota, coletivo de artistas latino americanos.


Flavião é um satélite ligado no mundo hiper-real e um pássaro liberto. O futurismo popular tem nele um grande representante.

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

50 anos de Cine Mococa.

Entrei em contato com esse vídeo atravez de atualizações de facebook!! aliás, as noticias estão sendo muito mais bem aproveitáveis vindas pelo caminho das redes sociais, um vicio que agora tá difícil de largar.
50 anos do Cinema de Mococa, e quantas vezes aquele lanterninha tirou o papel de bala da minha boca e me mandou para o fundo da sala, quantas balas chitas foram mascadas enquanto a película rolava, naquela época, em uma tela que englobava os 140° à sua frente. Eu vinha com meus pais a São Paulo e, volta e meia, íamos aos cinemas aqui, mas eram tão menores, sem aquele cheiro e sem aquela alegria interiorana que, só que morou no interior, sabe destinguir. O Céu do cinema, estrelas que nos faziam imaginar histórias e mais histórias de como aquilo foi criado, porque aquela forma de gota, os rostos desenhados, o pessoal se aglomerando na porta da frente, os domingos denominados "porta do cinema" onde aconteciam coisas que nem é bom relatar ... uma viagem inesquecivel na memoria de todo mocoquense.
E o primeiro beijo??? o cinema era o lugar dos sonhos para as crianças e pré adolescentes na época.
Em 2001 alguns mocoquenses tiveram um papel fundamental para a reestruturação do Cine Mococa, com um projeto concretizado por idealizadores, entre eles Ricardo Alemão, Marta do Espirito Santo, Zezé Lippi, Seu Monaco entra outros vários, trabalharam muito em um sistema de associação dos mocoquenses com o Cinema. Quem paga 20 reais por mês e tem 10 convites para o cinema? Inacreditável né? mas como tudo em Mococa é inacreditável. Lembro de meu irmão Gabriel empenhado nas reuniões diarias de planejamento e estabelecimento do mesmo.
Agradeço ao Guto Ruocco que permitiu o contato com esse vídeo e, assim como ele, de longe, me emocionei ao ver as emoções expressadas por aqueles que, de certa forma, viveram para o cinema da cidade.
Lembro aqui que, quando presidente da SUM 2003, o que mais fascinava as bandas e o pessoal que vinha de fora para Mococa era, exatamente, mostrar o cinema, o teatro e os casarões da cidade.
Mesmo um pouco afastado, minhas ideias e meus projetos sempre passam por lá. Seja Musica, Futebol ou qualquer outra forma de criação.
Como dito atravez de sábias palavras pelo imortal Zezé Lippi "o cinema me alimenta, é Vitamina para mim!"



A.O.

quinta-feira, janeiro 27, 2011

Manifestação de Artistas para afirmar o direito à livre expressão artística






Para uma cidade livre precisamos da participação de todos!



AMANHÃ - 28 de Janeiro no MASP - às 12 horas. Venha fazer arte na rua!Vamos sair para a Avenida Paulista e celebrar o direito de fazer arte nos espaços públicos!

Vamos afirmar às autoridades, com muita paz e alegria, que conhecemos nossos direitos.

Dia 28 de janeiro ao meio-dia, pegue sua arte e leve à Avenida Paulista. Tudo é bem-vindo: música, circo, teatro, dança, literatura, poesia, artes-plásticas, etc. O ato-celebração começa às 12hs e termina às 14hs, com concentração no vão-livre do MASP.

A Constituição Federal de 1988 é muito clara:

"Art. V Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;

III - ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante;

IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.

"E ainda temos ao nosso lado a Declaração Universal dos Direitos Humanos, no artigo XXVII:"

1. Todo ser humano tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir das artes e de participar do progresso científico e de seus benefícios.

2. Todo ser humano tem direito à proteção dos interesses morais e materiais decorrentes de qualquer produção científica literária ou artística da qual seja autor.

"E é muito importante: este ato não é de repúdio e muito menos de revolta.

Por favor venham todos munidos de sua ferramenta cultural e, principalmente, de alegria. Provemos ao Estado que a cultura é fundamental para a sociedade e que sem ela tudo fica mais triste.

Se trouxermos raiva, estamos dando alimento à repressão. Não à raiva. Não à repressão. Sim à cultura com alegria!!!

Vamos aproveitar também o momento para conversar no vão-livre do MASP, trocar ideias e propostas para afirmar nossos direitos como cidadãos-artistas.

IMPORTANTE! Aos artistas que quiserem se apresentar, por favor lembrem-se de algumas responsabilidades que temos como cidadãos:

• não fechar a calçada e nem as ruas, contribuindo com o fluxo de pedestres e veículos. Não queremos acidentes e muito menos reforçar o caos desta metrópole;

• vamos fazer barulho, mas barulho gostoso e afirmativo. Canalize sua raiva: transforme em arte e mostre que faz bem pra saúde e pra cidade;

• se quiser levar chapéu para recolher doações, está totalmente no seu direito. Doação não é comércio. Mas temos que lembrar que a venda de produtos está sujeita às legislações e tributos vigentes sobre a mercadoria vendida.

E, por último, pedimos um favor, mas sem tom de repressão:

nariz de palhaço não é ferramenta de repúdio, mas de alegria. Use o nariz com consciência!



FONTA - Music News



A.O.

quarta-feira, novembro 17, 2010

Surf Trip no Egito?


Omar Khorshid era egípcio e tinha uma queda pela surf music, apesar de não haver lá muitas praias para surfar em seu país. Ele misturava música egípcia com a palhetada ágil de guitarristas como Dick Dale e Eddie Day. Não dá para achar muitas informações biográficas sobre o sujeito na internet, mas tem bastante coisa para ouvir no youtube.



A.O.

sexta-feira, outubro 22, 2010

MANIFESTO SACI!!


"Em Terra de Saci qualquer Rasteira é Voadora"

Um espectro ronda a indústria da cultura. Como já ocorrera durante a I Guerra Mundial – quando os chamados “ povos civilizados” se matavam entre si nos campos da Europa, como lembra Monteiro Lobato em seu Inquérito, escrito em 1917 –, o espectro do Saci voltou para dar nó na crina das potências que invadem os outros países com uma “indústria cultural” predadora e orquestrada.

O Saci é reconhecido como uma força da resistência cultural a essa invasão. Na figura simpática e travessa do insigne perneta, esbarram hoje, impotentes, os x-men, os pokemon, os raloins e os jogos de guerra, como esbarravam ontem patos assexuados e ratos com orelhas de canguru.

É tempo, pois, do Saci expor abertamente seus objetivos, lançando um manifesto e denunciando o verdadeiro espectro: o espectro do imperialismo cultural. Para tanto, outros expoentes do imaginário cultural brasileiro – como o Boitatá, a Iara, o Curupira e o Mapinguari – reuniram-se e redigiram o presente manifesto.

A cultura popular é um elemento essencial à identidade de um povo. As tentativas insidiosas de apagar do imaginário do povo brasileiro sua cultura, seus mitos, suas lendas, representam a tentativa de destruir a identidade do nosso país. A história de todas as culturas até hoje existentes é a história de opressores e oprimidos. Hoje, como ontem, o Saci apóia, em qualquer lugar e em qualquer tempo, qualquer iniciativa no sentido de contestar a arrogância, a prepotência e a destruição de que é portadora a indústria cultural do império. O Saci não se reivindica como símbolo único e incontestável da cultura popular brasileira. O Saci trabalha pela união e pelo entendimento das várias iniciativas culturais que devolvam ao nosso povo a valorização de sua identidade cultural. O Saci não dissimula suas opiniões e seus objetivos e proclama, abertamente, que estes só podem ser alcançados por um amplo movimento de resistência cultural, denunciando os malefícios da indústria cultural imperialista. Que ela trema à idéia de uma resistência cultural popular. Nesta, o Saci nada tem a perder a não ser seus grilhões. E tem um mundo a ganhar.

Sacis de todo o Brasil, unamo-nos!

DIRETO DE "O AUTOR NA PRAÇA"


Antecipando a comemoração do dia do Saci e seus amigos (31 de outubro), no próximo sábado, dia 23, tem mais uma Tarde Poética no Espaço Plínio Marcos. Vai rolar o “Sarau Sacizado”, com as presenças dos saciólogos, o escritor Mouzar Benedito e do ilustrador Ohi, respectivamente autor e ilustrador do livro "Saci, o Guardião da Floresta" e de Thiago Vaz, grafiteiro e autor do Saci Urbano. Além de leituras estaremos relançando a campanha para o Saci como Mascote da Copa do Mundo em 2014 no Brasil. Venha contar sua história sobre o Saci, o Curupira, a Caipora e outros mitos da cultura brasileira. Veja o documentário “Somos Todos Sacy” de Rudá Andrade e Silvio de Amaral Rocha e escolha um texto sobre o Saci e seus amigos: www.sosaci.org. Veja abaixo o Manifesto do Saci.


A.O.

segunda-feira, setembro 27, 2010

Confirmado!!!!

Que presente, depois de meu verdão dar uma SURRA na urubuzada amanheci com essa noticia espetacular!!!
Apos ter a possibilidade de não assistir nenhuma apresentação de um Beatle, veio a confirmação PAUL McCARTNEY dias 21 e 22 de novembro em São Paulo!!!
Com certeza estarei lá!!!
E é um pouco mais tarde de "whan i´m sixty four" ele vem com 68!!
Leiam repostagem do Estadão

Paul McCartney deve divulgar hoje os detalhes da turnê pela América do Sul em novembro. A direção do estádio do Morumbi confirma a reserva para shows de Paul em São Paulo nos dias 21 e 22 de novembro (domingo e segunda-feira). Adalberto Batista, diretor de marketing do estádio do Morumbi, afirma que as negociações com a produtora do evento, a Planmusic, de Luiz Oscar Niemeyer, estão em fase final, só falta assinar. Os ingressos começarão a ser vendidos na próxima semana.

Não há confirmação sobre outras datas no Brasil. De acordo com o jornal gaúcho Zero Hora, uma equipe de McCartney esteve há duas semanas em Porto Alegre para checar estádio (Beira Rio) e hotel (Sheraton), mas nada foi confirmado.

Segundo a jornalista americana Jorie Gracen, que produz o site especializado Macca Report, haverá shows na Argentina. As prováveis datas são 14 e 15 de novembro no estádio Monumental de Nunez, do River Plate. Especula-se também datas no Chile e no Peru.

Esta será a terceira passagem de Paul McCartney pelo Brasil. A primeira ocorreu em abril de 1990, quando ele lotou o estádio do Maracanã em duas noite e bateu recorde de público em um show pago, com 184 mil pessoas. Em 1993 fez um show no Pacaembu, em São Paulo, e na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba.

Aos 68 anos, Paul McCartney continua muito bem disposto, excursionando pelo mundo. Os shows com a banda que já o acompanha desde o início da década contam com vasto repertório de músicas dos Beatles, Wings (seu grupo nos anos 70) e carreira solo. São 36 músicas em mais de duas horas de apresentação.

Paul McCartney em show nos EUA em março, pela turnê Up and Coming (Foto: Mario Anzuoni/Reuters)

Entre março e agosto deste ano McCartney faz a turnê Up and Coming, com passagens em várias cidades dos EUA, além de Inglaterra, Escócia, Irlanda, Porto Rico, México e Canadá. Em um chat pela internet, em maio, ele brincou com a pergunta de fãs brasileiros e peruanos dizendo que viria para a América do Sul em breve.

Confira o repertório da atual tour Up and Coming (baseado na mais recente apresentação em agosto)

1. Venus and Mars / Rockshow
2. Jet
3. All My Loving
4. Letting Go
5. Drive My Car
6. Highway
7. Let Me Roll It
8. The Long And Winding Road
9. Nineteen Hundred and Eighty Five
10. Let ‘Em In
11. My Love
12. I’ve Just Seen A Face
13. And I Love Her
14. Blackbird
15. Here Today
16. Dance Tonight
17. Mrs Vandebilt
18. Eleanor Rigby
19. Something
20. Sing The Changes
21. Band On The Run
22. Ob-La-Di, Ob-La-Da
23. Back In The USSR
24. I’ve Got A Feeling
25. Paperback Writer
26. A Day In The Life / Give Peace A Chance
27. Let It Be
28. Live And Let Die
29. Hey Jude

Primeiro Bis
30. Day Tripper
31. Lady Madonna
32. Get Back

Segundo Bis
33. Yesterday
34. Helter Skelter
36. Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band / The End

A.O.


sexta-feira, setembro 03, 2010

GOTAN PROJECT - TANGO 3.0 - Brazilian Tour

Gotan Project no Brasil

Rio de Janeiro
Data: 6 de Outubro
Onde:
Vivo Rio - Avenida Infante Dom Henrique, 85
Horário: 22h00
Ingressos: De R$ 80 a R$ 250
Informações: VIVO RIO

São Paulo
Data: 7 de Outubro
Onde: HSBC Brasil - Rua Bragança Paulista, 1.281
Horário: 22h00
Ingressos: De R$ 100 a R$ 350
Informações: HSBC Brasil /Ingresso Rapido

Salvador
Data: 13 de Outubro
Onde: Teatro Castro Alves - Praça Dois de Julho, s/n
Informações: Teatro Castro Alves

Porto Alegre
Data: 15 de Outubro
Onde: Teatro do SESI - Av. Assis Brasil, 8.787
Informações: Centro de Eventos Fiergs

Após três anos de sua vinda ao país, o Gotan Project está de volta ! Formado pelo francês Philippe Cohen Solal, pelo suíço Christoff H. Muller e pelo argentino Eduardo Makaroff apresenta seu terceiro disco de estúdio, Tango 3.0, lançado em abril deste ano na Europa, em única apresentação no HSBC Brasil no dia 7 de outubro.

O trabalho revela mais uma vez o interessante mix de influências dos músicos, que incorporam ao tango tradic...ional batidas eletrônicas, o blues do Delta do Mississipi a Nashville passando pelos sons das ruas de Nova Yorque e de todo o mundo, sempre preservando a classe e a elegância do bandoleón ao caldo. Buenos Aires e Paris, New Orleans e Roma se encontram em total harmonia.

O Gotan, anagrama da palavra tango (também título de uma famosa coletânea de tango lançada em 1982), dá continuidade às inventividades anunciadas desde o primeiro disco, «La revancha del tango», que misturava o ritmo tradicional portenho a batidas eletrônicas, pitadas de dub jamaicano e grooves, sendo eleito pelo The Guardian como « disco Top 100 da década », e ratificados em «Lunatico», de 2006, com elementos mais jazzísticos.

Tango 3.0 conta com luxuosas participações. Para começar, Dr. John, a lenda do órgão Hammond, participa nas notas da melodia romântica que abre o disco, “Tango Square”. Seguem-se uma homenagem a um dos maiores escritores argentinos, Julio Cortázar, na faixa “Rayuela” (brincadeira equivalente à nossa “Amarelinha”), com direito a um coral de crianças brincando com a voz gravada do escritor declamando alguns trechos do livro, participações das vozes de Cristina Vilallonga e Daniel Melingo nas músicas “Peligro” e “Tu Misterio”, respectivamente, e ainda o famoso comentarista esportivo argentino Victor Hugo Morales finalizando a dançante “La Gloria” com um mágico grito de “Gol!!” que se transforma em “Gooootan!!!”.

Reliese Divulgação

A.O.

quinta-feira, setembro 02, 2010

Gravação DVD PLAP


BATUCADA BRASILEIRA

Nesta quinta (2/9) o grupo carioca Pedro Luis e a Parede grava o seu primeiro DVD. O show acontece no Circo Voador, Rio de Janeiro, e promete casa cheia e animada com participações de Herbert Vianna e Lenine. O grupo completa aniversário de 15 anos em 2011.

O quinteto formado por Pedro Luís (voz, violão e guitarra), Mário Moura (baixo), C.A. Ferrari, Sidon Silva e Celso Alvim (bateria e percussão) é conhecido por sua mistura animada e cheia de suingue de samba e rock’n’roll. Já lançaram nove discos ao longo de sua trajetória, incluindo dois à frente do Monobloco e dois com o músico Ney Matogrosso.

No repertório, as maiores canções da banda como Caio no suingue, Miséria no Japão e Navilouca (todas do primeiro CD Astronauta Tupy, de 1997); Menina bonita e Rap do real (ambas do disco É tudo 1 real, de 1999); Nega do obaluaê, (do Zona e progresso, de 2001) e Ponto enredo e Tem juízo mas não usa (do último disco Ponto enredo, de 2008), entre outras.

Lenine entra em cena para cantar Pena de Vida, de Pedro Luís. Já Herbert Vianna, parceiro de longa data da banda, vai dividir o palco com o quinteto interpretando as músicas Selvagem, da autoria de Herbert, e Chuva de bala, de Pedro Luís.

Vale lembrar que Predro Luis e a parede passou por Mococa no ano de 1999 na SUM, um show memorável onde houva, assim como essa gravação, a participação de Lenine, tocando violão e usando a banda como base. Esse ano de 2010 eles voltaram, em seu mais novo projeto MONOBLOCO.
Ótima pedida.
A.O.

quarta-feira, setembro 01, 2010

Mais Uma Novidade.


Seguindo a onda dos reencontros, nada melhor do que a aparição de um rebento beatle. Dhani Harrison se junta com Ben Harper e Joseph Arthur para a formação do trio Fistful pf Mercy.
Dhani fez sua primeira aparição mundial como musico profissional no tributo a seu pai, George, dias depois de sua morte, tirando as seguintes palavras de Sir. MaCartney "Ao olhar para Dhani no palco, vemos que Gorge permanece jovem, enquanto nós envelhecemos." Estudante de aerodinamica Dhani participou da produção do ultimo disco de George e formou a Thenewno2.
Joseph foi descoberto por Peter Gabriel, artista completo, escreve e pinta com singularidade, seus shows são solos, repletos de loops e programações, mantendo o estilo Eu, mim, myself.
Ben Harper se congratula com sua discografia de dar inveja. Particularmente destaco "The will to Live" e "Welcome to the cruel world" para simplificar essa amplitude sonora recheada com os competentissimos The Innocent Criminals".
Como dito por Dhani, foi um encontro para uma Jam onde ele imaginaria uma participação no disco de Joseph apenas, descobrindo através do mesmo que as musicas ainda não estavam escritas ou formuladas ... sim ... ele já estava dentro desse processo criativo.
3 violões, 3 vozes, 3 dias, incessantemente dentro de um estúdio em Los Angeles o trio compôs nove musicas a serem em lançadas em seu primeiro disco, creio que homonimo, previamente imaginado como um EP.
É muito cedo pra falar, mas seguem dois videos do que se espera, de ante mao dá pra imaginar que coisa boa vem por ai!!!

A.O.

MYSPACE


Fistful of Mercy from Fistful of Mercy on Vimeo.



quarta-feira, julho 28, 2010

2010 O ANO DA SUM

omeçando o ano de 2010 recebi uma procura para realizar mais uma produção de shows na 43ª Semana Universitária Mocoquense. Um telefonema que durou alguns minutos e que me passou uma confiança a qual não sentia há algum tempo.
Desde que comecei a trabalhar profissionalmente com produção sempre almejei realizar shows em Mococa, cidade onde me criei e que me deu sustentação para trabalhar e realizar esse sonho. Permito dizer que minha experiência começou quanto dava meus primeiros passos para fechar os shows e as atividades culturais e sociais da UMU, onde tive o prazer de ser integrante da chapa em 2002 e o privilegio de ser presidente no ano de 2003. Privilégio aqui, dito como forma de aprendizado e trabalho árduo para conseguirmos tornar a programação acessível e voltada à população de Mococa.
No ano de 2007 tive a honra de trabalhar com Guto Ruocco (pessoa importantíssima esse ano levando dois shows de altíssima qualidade através de uma parceria com SESC São Carlos) em uma pesquisa afinco de todas as edições da UMU, desde sua fundação em 1968 até a atual versão. Entramos em contato com muitos depoimentos, muitas criticas favoráveis e desfavoráveis ao movimento, partindo de seus objetivos e metas até a atual validação de seus projetos. Tivemos uma visão bem ampla de todo processo cronológico. Frustramos-nos muito com alguns fatores e, em contrapartida nos orgulhamos muito de termos participado de um evento concreto e perpétuo, o qual trouxe grandes nomes da musica brasileira para os palcos do município. Fator esse que impressiona qualquer artista que pise na cidade fazendo com que a SUM se torne o único movimento que perpetua em Mococa. Isso tudo está em seu trabalho â disposição na Biblioteca Municipal de Mococa. Tirem suas próprias conclusões...
Tenho orgulho de ter promovido, em parceria com a UMU, dois shows da 43ª SUM, Emmerson Nogueira e Monobloco.
Como sempre, a historia começou pela indagação de valores de cachês, altas exigências de produção e baixa expectativa de publico diante das edições anteriores. O mercado do “showbusiness” no Brasil não é mais como era há tempos atrás. Muitos fatores alavancaram certas cláusulas que tornaram os eventos cada vez mais difíceis de serem realizados. Vemos, por exemplo, a concorrência contemporânea que a SUM tem com as festas de rodeio de toda região. Seria uma festa assim atração de maior retorno para um publico especifico? Seria esse o objetivo da SUM? Estaria a SUM realmente preocupada com a concorrência, haja vista seus objetivos?
O fato aqui é que em todo ano, sem exceções, a chapa da SUM é massacrada por opiniões e pré-conceitos sem nenhuma base argumentativa. Dispersam comentários e discussões das mais distorcidas formas possíveis. E esse ano não deve ter sido diferente.
Avalio aqui o trabalho de fomentação dos dois shows ocorridos no ginásio poli esportivo da Associação Esportiva Mocoquense, já que não tive a oportunidade de acompanhar integralmente todo evento.
Os shows foram acordados após uma longa discussão entre os fatores financeiros e estruturais dos quais a entidade e o município poderiam fornecer. Tudo foi discutido profundamente e enxugado até os últimos centavos. Mococa tem um déficit estrutural para a realização de eventos de grande porte, isso faz com que os promotores locais trabalhem muito mais para conseguir suportar a presença desses shows. E em 2010 foram muito bem suportados.
Quem teve a oportunidade de presenciar algum desses shows, pôde ver que a estrutura oferecida foi digna dos maiores eventos da região. Escutei de autoridades, como Prefeito e Secretário da Cultura, elogios de deixar boquiaberta qualquer pessoa que já participou da SUM. E o melhor, pude presenciar a energia do povo de Mococa em sentir que a Semana Universitária Mocoquense está Viva e Presente na vida de todo cidadão. O pessoal que há algum tempo desistiu de acompanhar a SUM reapareceu.
Esses são os fatores que percebi do público para com os artistas. Agora, dos artistas diante a organização, foi muito maior! O Emmerson Nogueira e a sua produção ficaram espantados em saber que um movimento assim perpetua por 43 anos com um mínimo de apoio oferecido. Não tiveram o que reclamar. A produção foi impecável e todos foram atendidos da maneira mocoquense ...hospitaleira como sempre... Saíram daqui agradecidos por realizar uma apresentação a um publico tão receptivo.
Já o Monobloco .... Uhhh Monobloco!! Esses não tiveram como expressar a alegria, a não ser oferecendo os prêmios de: Melhor Camarim 2010! Melhor serviço de camarim 2010! Hotel destaque 2010! Mococa, SHOW TOP 10, 2010! Destaque produção 2010!
Como sair de Mococa sem o orgulho de ver a SUM recebendo seu devido respeito pelo trabalho? Trabalho esse muito bem feito e muito bem assessorado por todos da UMU 2010.
Criticas sempre terão, trabalho voluntário oferecido nem sempre! Suspeita de prejuízos sempre terão, patrocinadores e créditos nem Sempre!
Parabéns SUM 2010, o resgate aconteceu.

A.O.


terça-feira, julho 27, 2010

terça-feira, junho 01, 2010

#Umbabarauma

"ponta de lança africano (umbabarauma)" está prestes a ganhar uma nova versão em produção all star com jorge ben & mano brown, zegon & daniel ganjaman na produção, as vocalistas negresko sis (thalma de freitas, céu e anelis assumpção), duani, gabriel ben menezes (filho de jorge), pupillo & gustavo da lua. será música, clipe, doc pra internet, doc pra tv, disco (físico e digital), e toda renda revertida pra comunidade fc. o projeto todo foi desenvolvido pela kultur (da revista mais soma) para a nike. agora é esperar mais um pouco.


terça-feira, abril 27, 2010

Belo Monte ......... de $$$$

A favor ou contra a construção de uma usina Hidrelétrica? Pontos fundamentais de discussão norteiam esse dilema politico tratado com imparcialidade pelo atual governo. Que o Brasil tem um enorme potencial energético gerado por sua grande constituição hídrica todo mundo sabe, agora, isso se faz necessário? Discussões como o final dos apagões, o progresso energético do pais etc etc são defendidas por aqueles que, por mais 4 anos, pretendem se fincar no Palácio do Planalto. Por trás disso, o investimento de 19 bilhões de Reais, tendo 72% desse valor financiado pelo BNDES, é de fazer os olhos de empreiteiros crescerem com a concretização dessa barragem.
O fato de destruírem com aldeias indígenas, acabarem com o processo natural e a degradação ambiental, se da como insignificante perto das conquistas que poderão vir. Alem do que .... índio vota? índio paga imposto? quantos índios vivem em cada tribo? 100? 50? 30? Para que se preocupar com essa ínfima parte da população brasileira? afinal, desde que os progressistas dos portugueses chegaram em território nacional para levar o Brasil rumo ao Super Desenvolvimento, os índios não mexeram uma agulha, pelo contrario, quando foram escravizados não gostavam de trabalhar, quando queremos colocar nossos bois para pastar lá estão eles brigando para não cortamos suas miseras árvores, agora isso? Pô Dra. Dilma, Sr. Lula e excelentíssimos governantes, acaba com esse povo logo!!! Da mesma maneira que podemos acabar com os argentinos: Abram as comportas e joga toda sujeira de baixo do tapete ..... ops da Água!!
Afinal, onde eles pensam que estão????

Abaixo texto de Marina Silva (pelo menos uma), publicado na Carta Capital deste mes.

Represa de erros

Por Marina Silva

Estão evidentes a complexidade e os riscos envolvidos na construção da usina hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu, no Pará.

Erros há 20 anos represados, sobram dúvidas e incertezas sobre a viabilidade econômica e a extensão dos impactos socioambientais do empreendimento.

Apesar de todas as manifestações em contrário, o governo se mantém indiferente. Fez-se o leilão semana passada e anunciou-se um vencedor, apesar da insegurança jurídica do processo e a fragilidade dos arranjos societários de última hora. Vê-se o direcionamento de todos os instrumentos de políticas públicas para viabilizar um projeto estrategicamente ruim, caro e de altíssimo risco socioambiental.

Enquanto isso, pouco se faz para reduzir perdas da ordem de 15% em energia no país, o equivalente a três vezes a capacidade média de Belo Monte. E o processo em curso aponta mais desperdício: Belo Monte terá uma produção energética efetiva bem menor do que sua capacidade total -4.428 MW, em função do regime hídrico do rio e da configuração do projeto, e não os 11.223 MW anunciados.

Surpreendem também as condições à disposição dos interessados em comercializar a energia gerada pelo rio Xingu. Tem-se R$ 13,5 bilhões em crédito subsidiado pelo BNDES, com prazo de 30 anos para pagamento, a juros de 4% ao ano.

Isenção de impostos sobre os lucros, o comprometimento do capital de empresas estatais e de fundos de pensão e, de quebra, o absurdo comprometimento de licenciamento ambiental com prazo preestabelecido para a obra começar já em setembro. Mesmo assim, as duas empresas privadas que melhor conheciam o projeto não participaram do leilão.

Preferem a posição de contratadas aos de investidoras, enquanto outras, vitoriosas, ameaçam desistir dos benefícios aparentemente irrecusáveis. Imaginem se todas essas condições excepcionais fossem para melhorias da eficiência do sistema elétrico e para redução da demanda por energia?

A política energética em curso é manca: apoia-se apenas no aumento da oferta sem investir na diversificação, na conservação e na gestão do mercado. Temos um sistema com elevadas perdas por desvio, manutenção precária e pouco incentivo para o uso de técnicas construtivas de maior eficiência energética. Definitivamente precisamos expandir a oferta de energia, mas não necessitamos, para isso, manter a cultura do desperdício e comprometer o patrimônio ambiental e os recursos do país, quando temos alternativas de geração.

A.O.

segunda-feira, março 22, 2010

Hangar divulga as primeiras datas da “The Infallible Tour 2010/2011”

A banda Hangar divulgada as primeiras datas de shows e workshops da turnê de divulgação do disco Infallible, que tem início no dia 01 de abril em Porto Alegre. “Escolhemos começar por Porto Alegre, pois queremos comemorar esse momento importante da banda com os Fãs Gaúchos. O show de Porto Alegre será o primeiro em que usaremos todo o equipamento para os shows dessa turnê. Também será a primeira vez que usaremos no nosso tour bus personalizado e queríamos dividir essa alegria com os Fãs Gaúchos, que sempre nos receberam de braços abertos nesses quase 13 anos de atividade da Banda”, comentam os integrantes do Hangar. Além das primeiras datas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, em maio a banda toca na Virada Cultural do estado de São Paulo, na cidade de Caraguatatuba, ao lado do Sepultura e depois segue a turnê pelo Sudeste do Brasil. Em breve mais datas serão anunciadas.

Contatos para shows: contact@hangar.mus.br

Agenda Hangar Abril 2010

01/04 – Porto Alegre/RS

Local: Revolution Pub (ex-Croco)

Endereço: Plínio Brasil Milano, 75

Abertura da casa: 19h00

Shows de abertura: Guepardo e Save Our Souls

Ingressos: Loja Zeppelin e APlace

Antecipado: R$15,00 – Na hora: R$20,00

Informações: (51) 3224.0668

02/04 – Ijuí/RS

Local: Teatro do SESC

Hora: 21h00

Ingressos: Cia da Música e CD Lândia – R$18,00

Shows de abertura: Terramystica e Excellence

Apoio: Cia da Música, Emball, Hotel Vera Cruz, Unijuí FM, CD Lândia, Yázigi.

Informações: (55) 9175.0470

Obs.: Serão aceitos alimentos não perecíveis como contribuição voluntária para ajudar pessoas carentes e necessitadas.

03/04 – Bento Gonçalves/RS

Informações em breve

04/04 – Porto Alegre – Workshow Aquiles Priester

Aniversário da Escola Bateras Beat POA e lançamento do DVD

The Infallible Reason of my Freak Drumming – Aquiles Priester

Local: Teatro Renascença

Horário: 18h00

Endereço: Avenida Érico Veríssimo, 307

Ingressos antecipados na loja Batera Store/Bateras Beat por R$15,00

Rua Garibaldi, 698

Informações: (51) 3779.0268

06/04 – Porto Alegre – Workshop Fábio Laguna

Local: Escola Tio Zequinha – Sala de Audições

Endereço: Cel. Lucas de Oliveira, 894

Horário: 19h00

Ingressos antecipados R$10,00 na própria escola

Informações: (51) 3332.9531

10/04 – Brusque/SC

Local: Grau Casa de Eventos
Endereço: Rua do Centenário - 186 - Centro - Brusque – SC

Abertura da casa: 22h00
Ingressos antecipados na loja VKings

Informações: (47) 3355.5948 – 9102.3368

17/04 – Criciúma/SC

Show de Abertura: Banda Tierramystica

Informações: Steel Records

Telefone: (48) 3045.6481

18/04 – São José dos Pinhas/PR – Workshop Aquiles Priester

Local: Armazém Universitário

Informações em breve


A.O.

quarta-feira, março 17, 2010

PLAP - SESC Araraquara


Pedro Luis e a Parede se Apresentam no SESC Araraquara.
Nesta quinta feira dia 18/03/2010

mais infos:http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/mostra_detalhe.cfm?programacao_id=169236

http://www.facebook.com/?ref=home#!/event.php?eid=365925767985&ref=mf


‘Brazilian batucada’
A mistura de samba, suingue e rock’n’roll marca o estilo musical do grupo. No início da carreira, quando um estrangeiro perguntou que tipo de som faziam, Sidon não teve dúvida e respondeu: “Brazilian batucada with rock’n roll pressure”. O primeiro disco, batizado Astronauta Tupy, foi lançado em 1997 (Dubas/Warner) e contou com participações especiais de Ney Matogrosso, Fernanda Abreu, Lenine, Liminha e Arícia Mess. As faixas Máquina de Escrever (Mathilda Kóvak e Luís Capucho), Tudo Vale a Pena (Pedro Luís e Fernanda Abreu) Soul (Pedro Luís), Pena de Vida (Pedro Luís), são os destaques desse álbum.

Em 1999, lançaram É Tudo 1 Real, produzido por Liminha e com direção artística de Tom Capone. O CD inclui as faixas Rap do Real (Rodrigo Maranhão e Pedro Luís), Menina Bonita (Pedro Luís, Alexandre Brasil e Rodrigo Cabelo), Cidade em Movimento (Pedro Luís, Roberto Valente e Rodrigo Cabelo) e Mapa da Mina (Pedro Luís e Suely Mesquita), entre outros.

Dois anos depois, gravaram pelo selo MPB, com distribuição da gravadora Universal Music, o CD Zona e Progresso, com composições como Batalha Naval (Pedro Luis e Bianca Ramoneda), Morbidance (Lula Queiroga, Felipe Falcão e Lucky Luciano), Zona e Progresso (Suely Mesquita, Pedro Luis e Arícia Mess), Do Leme ao Leblon (Carlos Negreiros) e Saudação ao Toco Preto (Candeia).

Em 2004, o grupo lançou junto com Ney Matogrosso o disco Vagabundo, que ganhou a versão ao vivo um ano depois, além de registro em DVD. No mesmo ano, Pedro Luís e A Parede e Monobloco receberam o prêmio Rival pelo conjunto da obra. O projeto Vagabundo, em parceria com Ney Matogrosso, conquistou os prêmios de melhor disco pela APCA, em 2004; Tim na categoria melhor banda Pop/Rock e Bravo! de melhor álbum, ambos em 2005. No mesmo ano, lançaram Seleção 1997-2004, com o que havia de melhor nas composições da banda.

Em sua discografia constam ainda dois álbuns do Monobloco: Monobloco 2002, produzido por Tom Capone e Monobloco ao Vivo 2006 (CD e DVD), produzido pela PLAP (Pedro Luís e A Parede). Além dos trabalhos autorais, com forte destaque na linguagem rítmica misturada aos suingados grooves de contrabaixo, a PLAP tem emprestado sua sonoridade a álbuns de renomados artistas como Na Pressão e Labiata (Lenine), Marítimo (Adriana Calcanhoto), Olhos de Farol (Ney Matogrosso), Carlos Malta e Pife Muderno, e Takashi Numazawa (baterista japonês) entre outros.

O grupo já fez turnês pelo Brasil, Japão, França, Portugal, Alemanha, Espanha, Suíça, Bélgica e Estados Unidos e teve Pena de Vida entre as 50 músicas brasileiras mais tocadas no Japão. Em 2000, ao criarem as oficinas do Monobloco, deram origem a um dos maiores fenômenos da revitalização do carnaval de rua do Rio de Janeiro.

A.O.